Igreja Batista do Jardim Europa
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BENEFÍCIOS DOS PEQUENOS  GRUPOS/CÉLULAS (PARTE 1)
BENEFÍCIOS DOS PEQUENOS  GRUPOS/CÉLULAS (PARTE 1)

Hebreus 10:24-25: “E consideremo-nos uns aos outros para incentivar-nos ao amor e às boas obras. Não deixemos de nos reunir como igreja, segundo o costume de alguns, mas encorajemo-nos uns aos outros, ainda mais quando vocês veem que se aproxima o dia.”

Na operação da pequeno grupo/célula, ou seja, no modo como ela funciona, o propósito estratégico é alcançado através de atividades muito simples e edificantes:

1. Encorajamento mútuo. A célula é um ambiente ideal em que pode acontecer o máximo de troca e compartilhamento. É o lugar que edificamos relacionamentos fortes de comunhão cristã e também prestamos contas uns aos outros. Encontramos um ouvido aberto para nos ouvir, apoio em oração e aconselhamento. Mas para experimentarem a vida do corpo, os membros da célula precisam vir para as reuniões com a seguinte atitude: “Senhor, dá-me algo com que eu possa abençoar os outros.”

2. Viver a prática do amor. A razão de ser de uma célula, em uma frase, é cumprir o maior de todos os mandamentos, “amar uns aos outros” (João 13:34,35): Amar uns aos outros dentro: a célula precisa ministrar visando à edificação. Amar uns aos outros fora: a célula precisa evangelizar visando a multiplicação.

3. Interação pessoal. Adoração, estudo bíblico e comunhão, em certo sentido, são secundários. Interação e abertura entre os membros da célula são cruciais para a sobrevivência da célula. Quando necessário, diante da necessidade de alguém, dá-se uma pausa no estudo da palavra para então ministrar à sua necessidade, seja por oração, ou simplesmente, dedicando tempo para que se abra e seja orientado em alguma situação de sua vida.

4. Treinamento. A célula é o lugar em que os santos são equipados para o ministério. Ela provê o lugar para se descobrir e encorajar os dons espirituais. Há oportunidades ilimitadas para serviço significativo na célula, o que a estrutura de uma igreja tradicional não consegue oferecer. A célula coloca em prática o princípio bíblico de que todos são ministros: “Cada crente um ministro, em cada casa a igreja”.

5. Louvor e Adoração. Como cristãos nós temos a necessidade de livre expressão no louvor e na adoração e isso nem sempre é possível em grupos maiores. Adoração é algo muito particular e se manifesta com mais intensidade em nossas vidas, quando estamos buscando a Deus em grupos menores.

6. Oração em Conjunto. Não há melhor ambiente para a oração coletiva do que as células. Neles, todos podem revelar suas necessidades para que os outros os ajudem a levar suas cargas (Gálatas 6:2). É neste ambiente íntimo que as pessoas podem expressar ação de graças por tudo (Efésios 5:20). A oração é fator imprescindível. As células devem enfatizar esta prática. Na célula os novos convertidos vão aprender a orar, participando das orações de seus conhecidos mais íntimos. Se o novo cristão não aprende a orar, não desenvolve sua vida de fé. Fica sempre dependente das reuniões, dos cultos e dos irmãos.

7. Prática da Palavra. Dentro da célula a preocupação maior não é em ensinar a palavra, mas em levar cada membro a viver, a praticar a palavra. A célula proporciona um ambiente favorável, amoroso e íntimo, onde podemos, com mais facilidade, confrontar a vida de cada crente com os ensinos que estão sendo ministrados no culto de celebração das células. A maturidade do Corpo de Cristo só é sentida quando seus membros conhecem a palavra e a praticam. Há muita incoerência, em nosso meio, entre o que ensinamos e o que vivemos.

8. Operação dos dons espirituais. Ao se reunirem num culto público, os membros dificilmente terão a oportunidade de pôr em prática os seus dons espirituais. Paulo aconselha que, quando nos reunimos, tudo deve ser feito com ordem e decência, e que sejam escolhidos os melhores dons para a edificação da igreja, o corpo de Cristo. É impossível permitir que todos se manifestem com seus dons em uma reunião pública. Isso realmente causa confusão e já tem provocado muita divisão no meio do povo de Deus. O uso dos dons no culto público é bastante restrito. O absolutamente necessário é conhecer e praticar as regras bíblicas básicas no exercício desses dons na célula.

9. Evangelismo. A célula é o meio para o evangelismo do corpo e a incorporação de novos cristãos. É o lugar em que cultivamos o fruto do evangelismo. Ela proporciona comunhão, acompanhamento, alimento para o novo cristão. É o lugar em que as pessoas não salvas têm oportunidade de ver Deus operando na vida dos crentes. Muitas pessoas recusariam um convite para participar de uma reunião da igreja, mas várias delas aceitariam um convite para um estudo bíblico no lar. Quando o visitante vê o amor e o interesse de todos, ele se admira. Pode até não gostar de algumas coisinhas, em razão de preconceitos, mas, por causa do amor e da alegria, ele chega a renunciar a certos princípios pessoas e abre seu coração para que o Espírito Santo faça a obra.


  
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